Representantes de 40 entidades que compreendem o Pacto pela Inovação de Santa Catarina se reuniram na tarde desta quinta-feira, dia 4, no auditório do Sebrae/SC, para dar andamento ao projeto que tem como objetivo colocar o Estado como referência mundial no setor. Entre os temas abordados, a apresentação do trabalho realizado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE) e suas vinculadas.

Fabio Fapesc 4

Na oportunidade, também foi eleita por aclamação a nova coordenação do Pacto pela Inovação. O coordenador passa a ser Marcos Lichtblau, representante da Acate; a vice-coordenação ficou com Carlos Henrique, representante do Sebrae/SC; e o secretário será Guilherme Murara, da Secretaria de Desenvolvimento Econômico.

Jean Vogel deixou a coordenação após compromissos assumidos em Joinville. “Esse é o momento de fortalecermos o projeto que nasceu lá em 2017 e que se mostrou com potencial maior do que conseguimos imaginar, inclusive, inspirando outros estados”, avaliou. “Os próximos seis meses serão muito importantes para o fortalecimento do Pacto pela Inovação e para decisões que venham para a consolidação do nosso trabalho”, emendou Marcos Lichtblau.

Jean Amandio e Marcos Pacto

Representando o Secretário da SDE, Lucas Esmeraldino, o adjunto Amandio João da Silva Junior, reforçou a importância de Santa Catarina no cenário nacional quando o assunto é tecnologia e inovação e o caminho que deve ser tomado para se tornar referência além fronteira. “Temos uma expectativa muito grande em relação ao que o Pacto pode fazer por Santa Catarina. Um colegiado de pessoas e entidades comprometidas é muito importante”, salientou Amandio lembrando ainda dos compromissos do Governo do Estado, entre eles, a entrega dos sete Centros de Inovação em construção.

O presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (FAPESC), Fábio Zabot Holthausen, explanou o andamento dos programas Inova Talentos e Sinapse da Inovação, além do Prêmio Stemmer de Inovação, compromissos assumidos com o Pacto da Inovação.

O Sinapse da Inovação, por exemplo, já chamou atenção de aproximadamente 30 mil pessoas, individualmente ou em equipe, que submeteram 8.394 ideias inovadoras à avaliação. Os projetos vieram de 90% dos municípios catarinenses. Além disso, em 10 anos de existência, gerou quase 600 empresas e 151 patentes. Também foi implantado no Amazonas e no Espírito Santo e ainda inspirou o programa federal Centelha, que, inclusive, está com inscrições abertas até o dia 31 de julho e irá oferecer R$ 1,68 milhão – sendo R$ 1,1 milhão da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP) e R$ 580 mil da FAPESC.

O diretor de Tecnologia e Inovação da SDE, Sandro Yuri Pinheiro, falou sobre as ações já realizadas nos primeiros seis meses de gestão, destacando a aprovação da Lei de Isenção de ICMS para empresas de inovação. “Somos o primeiro estado a regulamentar este tipo de incentivo que oferece segurança jurídica e faz com que empresários do setor olhem para Santa Catarina”.

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Sandro Yuri destacou o modelo de excelência implantado na SDE (Fotos: Gustavo Amorim/SDE)

O presidente da Junta Comercial do Estado de Santa Catarina (Jucesc), Juliano Chiodelli, destacou o novo modelo de implantação da Junta digital que possibilita a abertura de empresas com agilidade e sem papel. “Este ano já foram abertas mais de 69 mil empresas, um número 32% maior que o mesmo período do ano passado”, disse.


O Pacto pela Inovação

O Pacto pela Inovação tem como objetivo desenvolver uma forte cultura de inovação e empreendedorismo em Santa Catarina, que já é referência estadual. Para isso, projeta um ecossistema altamente conectado trabalhando em rede, colaborando e compartilhando ativos e multiplicando a abertura de novos negócios inovadores e de alto potencial de crescimento no Estado, além de intensificar a inserção de CT&I nas empresas catarinenses de pequeno, médio e grande porte; agregar conhecimento e valor aos produtos e serviços básicos e tradicionais; equilibrar diferenças regionais; vender conhecimento e criatividade, mais do que matéria-prima; aumentar o percentual de investimento em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) público e privado.
Neste segundo semestre novas entidades devem se juntar às atuais com o objetivo de fortalecer ainda mais a proposta.

Assessoria de Comunicação
Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável
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